7 dicas para reduzir o fast food das crianças

7 dicas para reduzir o fast food das crianças

Quando se fala em fast food, o que vem à sua cabeça? Certamente as primeiras associações foram McDonald’s, Burger King, Bob’s, Pizza Hut, etc. Certo? Mas a alimentação fast food não está restrita a essas franquias de restaurantes amplamente disseminadas. Como o próprio nome diz, os fast foods são os lanches rápidos. Ou seja, aquelas comidas prontas como nuggets, hambúrgueres congelados, steaks, salsichas, batata frita, pastel, coxinha, salgadinhos, doces, entre outros, que encontramos em todas os supermercados, esquinas e na nossa própria casa. Escrevemos essa matéria com as 7 dicas para reduzir o fast food das crianças e tornar a alimentação delas mais funcional.

Fast food dentro de casa

É fato que o fast food se instalou em nossas vidas e já faz parte da alimentação infantil. E não adianta negar: as crianças – e nós, adultos! – adoramos esse tipo de comida. Mas o exagero de açúcar e sódio restringe o consumo de nutrientes e ainda vicia as papilas degustativas – que deixam de reconhecer o amargo e o ácido.

Ingerir fast food uma vez ou outra é normal e permitido, mas quando esse tipo de alimentação supera os alimentos saudáveis que seu filho está ingerindo, é hora de fazer uma mudança radical nos hábitos da sua casa. Fique tranquilo que irei te ajudar nesse processo com 7 dicas.

7 dicas para reduzir o fast food

  1. Seja exemplo para seu filho. Não adianta insistir para que a criança coma mais verduras, frutas e legumes se os pais não fizerem o mesmo. Os adultos são a referência da casa.
  2. Evite que a criança fique exposta à publicidade de produtos alimentícios com baixo teor nutricional e altos teores de gordura, sódio e açúcar. Se ela não vir o alimento, as chances de não pedir são maiores.
  3. Faça com que a criança participe de alguma etapa do processo que o alimento passou até chegar à mesa. Ela pode ir à feira ou supermercado com os pais e ajudar na escolha das frutas, legumes e verduras que mais lhe agradam.
  4. Leve as crianças para conhecer de onde vêm os alimentos. Um passeio a um sítio ou fazenda pode trazer resultados surpreendentes. 
  5. Crianças geralmente gostam de animais, então faça associações como a “comida do coelho”, a “verdura da tartaruga”, etc. 
  6. Cozinhe com as crianças e aproveite para explicar a importância de uma alimentação saudável.
  7. Faça os lanches em casa e inclua as crianças na tarefa de ajudá-los na montagem.  

Quando há diálogo e a criança passa a entender a origem dos alimentos e sua importância, bem como participar dos processos que o fizeram chegar à mesa, fica muito mais fácil trocar o fast food pela alimentação saudável. Forçar a barra nunca é o melhor caminho, portanto seja paciente, principalmente com novas descobertas alimentícias – que devem ser inicialmente recusadas.

Não proíba, busque alternativas

Além disso, não é preciso fazer proibições, mas buscar alternativas mais saudáveis. A pipoca de micro-ondas, por exemplo, pode ser feita na panela com pouco sal e óleo.

E que tal combinar uma noite de hambúrgueres feitos pela sua própria família? Ou um rodízio de pizzas com ingredientes previamente selecionados e de boa procedência? Ao envolver as crianças, você mostra que é possível comer alimentos saudáveis e saborosos. Boa sorte!

 

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