Ele foi reconhecido como mineral desde 1509.
Apesar da deficiência do zinco em humanos ter sido considerada improvável devido à sua ampla distribuição nos alimentos, na Segunda Guerra Mundial, atualmente foram descritas as primeiras associações de doenças relacionadas com a falta dele. 
A concentração total de zinco no organismo humano é estimado entre 1,5 gramas para mulheres e 2,5 gramas para homens. Ele está presente em todos os órgãos, tecidos e líquidos do corpo e participa da função de mais de 300 enzimas. 
O mineral é fundamental para um grande número de reações metabólicas e se distribui pelo corpo da seguinte maneira: 57% nos músculos esqueléticos, 29% nos ossos, 6% na pele, 5% no fígado, 1,5% no cérebro e o restante nos rins, coração, cabelos, e sangue. Apenas 0,1 a 2% do total de zinco do corpo está presente no sangue, por isso é muito difícil o diagnóstico da deficiência de zinco apenas por exame sanguíneo. Neste caso, o mais indicado é a dosagem salivar, comum nos Estados Unidos há mais de 25 anos e há já bons laboratórios no Brasil que exercem esse exame.
Uma análise clínica por médico experiente é a melhor forma do diagnóstico, no qual ele poderá até recomendar a suplementação ao invés da alimentação.

Quando há deficiência de zinco durante a gestação e infância pode ocorrer retardo de crescimento e desenvolvimento, principalmente do cérebro e de órgãos sexuais.
Nos adultos podem aparecer lesões de pele como dermatites, eczemas, acnes, pele áspera e seca, diminuição da elasticidade e maior propensão à formação de rugas. Também lesões periorificiais causando infecções e dificuldade de cicatrização… Na língua, pode chegar a prejudicar o paladar e diminuir o apetite. Também há diminuição no olfato. Enfraquecimento das unhas e queda de cabelos, letargia mental, depressão.
Nos olhos, pode causar cegueira noturna e intolerância à luz com dificuldade de adaptação à escuridão (semelhante à falta de vitamina A).
Também diminui a imunidade e a produção de diversos hormônios como o hormônio do crescimento, hormônios sexuais, tireoideanos, insulina e corticosteróides.
Este mineral também é essencial para fortalecer o sistema imunológico, pois as pessoas que sofrem da deficiência do mineral são mais predispostas a doenças infecciosas.
Mariscos, ostras, carnes vermelhas, fígado, miúdos e ovos são consideradas as melhores fontes de zinco. 
Os alimentos mais ricos em zinco são as carnes vermelhas magras, os cereais integrais, nozes e leguminosas como os feijões. Já o teor moderado de zinco (10 a 25 mg/kg) é encontrado no arroz polido, frango, porco e carnes com alto teor de gordura. Os peixes, vegetais amiláceos (batatas), folhas verdes e frutas contêm menos do que 10 mg de zinco por quilograma.
De forma geral, a dieta vegetariana apresenta uma absorção  35% menor do que a apresentada pelos onívoros, pois as proteínas de origem animal (carne, ovos e queijos) são ricas em zinco e não sofrem ação do ácido fítico (esse ácido reduz a absorção de zinco do alimento). A caseína do leite, ao contrário, ocasiona diminuição da absorção.
O cálcio interage com o ácido fítico, potencializando o efeito inibidor dele sobre o zinco, ou seja, dificultando a absorção.
Para reduzir o ácido fítico do alimento é preciso deixar os cereais integrais, soja e feijões de molho na água por 8 a 12 horas antes do cozimento. Despreze a água e lave os grãos antes de cozinhar.